07 fevereiro 2015

Unitins suspende início das aulas nos novos campi por falta de professores; clima fica tenso

De: AF Notícias - Da Redação - 06/02/15 08h15

Divulgação
Fundação Universidade do Tocantins suspende início das aulas

Da Redação

As aulas nos novos campi da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), nas cidades de Araguatins, Augustinópolis e Dianópolis, estão suspensas por 30 dias. O comunicado foi feito pela reitora da Universidade, em nota à imprensa, nesta quinta-feira (5), data em que estava previsto o início do período letivo.

Conforme a nota, devido ao cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Unitins está impossibilitada de realizar contratação de professores e por isso, teve que suspender o início das aulas pelo período de 30 dias.

O Ministério Público do Trabalho cobra, apenas, a contratação de professores via concurso público. Dezenas de docentes aprovados no último certame da instituição aguardam somente a nomeação. 

Apesar de não convocar os aprovados, a reitora da Unitins, Elizângela Glória Cardoso, disse que a gestão tem "empreendido todos os esforços", inclusive junto ao Ministério Público do Trabalho, no sentido de buscar soluções para resolver a situação.

A reitora irá aos campi da Unitins localizados nas cidades de Araguatins, Augustinópolis e Dianópolis, a partir da próxima segunda-feira (9) para prestar esclarecimentos à comunidade acadêmica pessoalmente.

Calendário de visitas
Araguatins – 09/02/2015
Augustinópolis – 10/02/2015
Dianópolis – 12/02/2015

Clima tenso

Em Augustinópolis, na região norte do Estado, o clima ficou tenso após a notícia da suspensão do início das aulas. Os estudantes manifestaram em frente à instituição e nas ruas da cidade. Segundo o acadêmico Cleiton Eduardo Costa Barbosa, a nova reitoria da Unitins teve o tempo necessário para tomar as providências e preparar a instituição para o início das aulas.

Os estudantes questionam também o fato das aulas terem começado apenas no campus de Palmas. 

O grupo espera um posicionamento urgente da reitoria e o breve início das aulas. Caso contrário, eles pretendem bloquear a rodovia TO-201, além de embarcar em vários ônibus e paralisar as atividades do campus da capital.

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