24 setembro 2014

Funcionários dos Correios do Tocantins encerram greve

24/09/2014 - De Boa Vista em Foco

Conforme os Correios, um multirão foi realizado neste final de semana em Palmas e Araguaína, com objetivo de regularizar a entrega no Estado.

Em assembleia realizada nessa segunda-feira, 22, os funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) votaram pelo fim da paralisação e também pela aceitação da proposta da empresa. A greve teve início na quarta-feira, 17. Segundo o Sintect, aproximadamente 50% dos funcionários aderiram ao movimento em todo o Estado. O secretário de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Estado do Tocantins (Sintect/TO), Daniel Pereira Martins, informouque a proposta de reajuste salarial reivindicada pela categoria não foi aceita.


De acordo com Martins, cerca de 21 sindicatos de outros Estados já haviam aceitado a proposta da ECT, e somente o Tocantins permanecia no impasse. "Conseguimos negociar e decidimos encerrar a greve. Em relação à proposta original da empresa, não houve modificações, até porque apenas o Tocantins e mais três Estados continuavam com a paralisação. Perdemos força", ressalta.


 

Um levantamento parcial realizado em todo o Brasil nessa segunda-feira, mostra que 99,65% do efetivo dos Correios está presente e trabalhando, o que corresponde a 125.097 empregados, número apurado por meio de sistema eletrônico de presença. Nos Estados de Mato Grosso, Roraima, Sergipe, e Minas Gerais (apenas região da Grande Belo Horizonte), o movimento está concentrado na área de distribuição, do total de 5.199 carteiros que deveriam trabalhar hoje nos quatro Estados, 288 não compareceram (5,54%).



Conforme os Correios, um multirão foi realizado neste final de semana em Palmas e Araguaína, com objetivo de regularizar a entrega no Estado. Ao todo, foram entregues 20 mil correspondências. Até esta sexta-feira, 26, haverá atividades em regime de hora-extra para normalizar a entrega de correspondências. Os Correios informam que a paralisação não afetou a entrega de encomendas.

Fonte: CT

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