23/09/2014 10h27 | Atualizado em: 23/09/2014 15h41 - De: JM Notícias
Justiça decretou quebra de holding, ligada ao doleiro Youssef, que tinha investimentos do RPPS dos servidores do TO
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JTO Rodrigo Correia - Palmas
A falência de um grupo de empresas, abastecidas por fundo com recursos de Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) , pode causar um prejuízo de R$ 13 milhões para o Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev), um dos principais investidores do fundo falido. As empresas envolvidas na bancarrota seriam ligadas ao doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal (PF) na operação Lava Jato.
A falência foi decretada pela Justiça do Rio de Janeiro após pedido das empresas Expandir Franquias, Expandir Participações, Net Price Turismo, Viagens Marsans Coporativo, Brent Participações e Graça Aranha RJ participações, sendo esta última, a holding do grupo que detinha os investimentos provindos de RPPS diversos municípios e estados brasileiros, incluido aí o Igeprev, conforme revelou a revista Veja em reportagem veiculada em maio deste ano. Ainda de acordo com Veja, o doleiro Youssef seria o controlador do grupo de empresas e do fundo que as abastecia.
RECUPERAÇÃO
Na última quinta-feira, o juiz da 3ª Vara Empresarial da Justiça do Rio de Janeiro Gilberto Matos, ao determinar a recuperação judicial, determinou que os credores apresentem os valores que teriam a receber em até 15 dias.
Na decisão, o Igeprev aparece como o primeiro credor listado, constando o nome do atualpresidente do instituto, Francisco Sales Barbosa, como seu representante.
Conforme determinado pelo juiz, os créditos habilitados serão pagos, “em primeiro rateio, com juros e correção monetária, com base no IPC (artigo 27 da Lei 9.069), calculados até a data da quebra”, conforme o texto da decisão, que também estabelece segundo rateio de pagamento, caso o montante resultante da liquidação comporte, para pagamento de juros e correção relativos ao período de espera dos credores.
Além do Igeprev, também são credores os institutos de previdência dos servidores de Cuiabá (MT), de Amontada (CE), Hortolândia (SP), Petrolina (PE) e de Holambra (SP), além de empresas e pessoas físicas.
IGEPREV
Procurada pelo Jornal do Tocantins, a assessoria do Igeprev informou que nenhuma resposta sobre o caso seria dada ontem em função de viagem do presidente e do diretor de investimentos do instituto.
ROMBO
Caso o prejuízo seja consolidado, ou seja, caso o montante que resulte da liquidação não cubra o que os investidores aplicaram, os R$ 13 milhões irão se somar a um rombo do Igeprev já definido pelo Ministério da Previdência Social (MPS) em R$ 153 milhões após quebra do Banco BVA.
Credor
O Igeprev se tornou credor ao destinar R$ 13 milhões em fundo de investimentos que destinavam recursos para grupo empresarial que seria controlado pelo doleiro Alberto Youssef
A
RECUPERAÇÃO
Além do Igeprev, também são credores os institutos de previdência dos servidores de Cuiabá (MT), de Amontada (CE), Hortolândia (SP), Petrolina (PE) e de Holambra (SP), além de empresas e pessoas físicas.
IGEPREV
Procurada pelo Jornal do Tocantins, a assessoria do Igeprev informou que nenhuma resposta sobre o caso seria dada ontem em função de viagem do presidente e do diretor de investimentos do instituto.
ROMBO
Caso o prejuízo seja consolidado, ou seja, caso o montante que resulte da liquidação não cubra o que os investidores aplicaram, os R$ 13 milhões irão se somar a um rombo do Igeprev já definido pelo Ministério da Previdência Social (MPS) em R$ 153 milhões após quebra do Banco BVA.
Credor
O Igeprev se tornou credor ao destinar R$ 13 milhões em fundo de investimentos que destinavam recursos para grupo empresarial que seria controlado pelo doleiro Alberto Youssef
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